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NE REVOLUTION—3—TORONTO FC—1

JOGO “MORNO” EM TARDE QUENTE,,,,

Foi sem duvida um jogo “morno”numa tarde bastante quente, um jogo em que as duas equipas precisavam de ganhar, com a época a chegar ao ser fim, os pontos são preãisos para chegar aos play offs.

A equipa do Toronto FC apresentou-se sem o seu melhor jogador, Michael Bradley, mas isto não pode servir de desculpa para tão fraca exibição, com um futebol jogado cause sempre para os lados, com um futebol pouco vistoso,mas até a equipa consegue ter posso dr bola, mas quado chega perto da baliza adversária não se consegu rematar, não se consegue criar situações de golo.

Com Michael Bradley esta equipa é completamento diferento, e uma equipa que joga mais rápido, e uma equipa que joga mais para a frente, e uma equipa que cria dificuldades aos adversários.

Nao me lembro de uma defesa que Bobby Stuttlleworth tive-se feito durante o jogo todo, esta equipa pouco ou nada remata, no único remate consegui fazer o seu golo de honra.

Se o jogo ja estava resolvido a jogar com onze, depois da explusão de Jozy Altidore e a jogar com dez o Toronto ainda menos vezes chegou a baliza do Revolution.

Por lado do Revolution a coisa tambem não foi muito melhor, marcaram trez golos ganharam os trez pontos, mas quando o seu treinador diz que a sua equipa fez um bom jogo ,nao sei que o jogo que Jay Heaps esteve a ver.

O Revolution mesmo a não fazer uma boa exibição foi sem duvida melhor do que o seu adversário, teve mais posse de bola rematou mais e não fosse o guarda redes do TFC Josph Bendik a fazer duas ou trez boas defesas o resultado podia ter sido uma goleada ás antigas.

E o Revolution marcou çedo, eram decorridos 8 minuto de jogo, quando de uma falta perto da area do TFC e Kelyn Rowe ao ver que os jogadores do TFC estavam todos a “dormir” deu um toque na bola para Chris Tierney este de primeira para Charlie Davies e este não se fez rogado e rematou para o primeiro golo do jogo.

A partir do golo o jogo começou a ser jogado mais a meio campo, mas aos 39 minutos de jogo o jogo cause que terminou para a equipa visitante, com a explusão de Jozy Altidore, e pouco depois o Revolution aumentava para dois golos a diferenca no marcador

Bola metida para a area do TFC e um defesa a desviar com as mãos da bola o avancado do Revolution e o árbitro perentório mandar marcar a respetiva grande penalidade, que Lee Nguyen transformou no segundo golo do Revolution.

Se o jogo teve pouca historia nos primeiros 45 minuto, ainda menos teve nos segundos, um golo marcado por Charlie Davies para o lado do Revolution para acabar com o jogo, e pouco depois o Toronto FC a reduzir por Jonathan Osorio.

Estava feito o resultado do jogo. numa tarde e noite quente, num jogo que foi muito mas muiro morno para o meu gusto, era tudo feito muito lentamento, mas contudo isto a vitoria assenta bem aos donos da casa , quanto ao melhor em campo, Charlie Davies, não por o que jogou mas sim pelos dois golos que marcou.

NE REVOLUTION—1—NEW YORK CITY FC—0

JOGO COM POUCA HISTȮRIA,,,,,,

Na verdade foi um jogo com pouca historia, pouco futebol,na verdade um jogo de fraco nivel técnico, um jogo com poucas oportunidades de golo, um jogo que pouco se rematou a baliza.

Pelo lado do Revolution esta vitòria soube mesmo muito bem, porque os comandados de Jay Heaps já não ganhavam a cinco jogos, nos ultimos cincos jogos outras tantas derrotas.

Por isso tudo o que pudesse acontecer neste jogo que nao fosse a perda dos trez pontos seria bem vindo, aconteçeu a vitòria ainda melhor, porque as duas equipas pouco fizeram por mereçer os trez pontos.

Ganhou a equipa da casa, aquela que foi a menos mau,e com um golo de fazer levantar um estadio, Lee Nguyen recebe um passe de Kobayashi e tira dois adversarios do caminho e remata para o fundo da baliza.

Eram entao decorridos 12 minutos de jogo, e com este golo o Revolution ia avebar os trez pontos em disputa, pouco depois o avançado do Revolution Charlie Davies obrigou o guarda redes do City FC a uma grande defesa.

Mas tambem ficou-se por aqui, foi um jogo muito disputado a meio campo, e depois da explusão de Grabavoy e o City FC ficou reduzido a 10 unidades o jogo ficou resolvido, se já era dificil ao City FC com onze dar a volta ao resultado, pior ficou a jogar com 10.

Valeu pelo trez pontos este jogo para o Revolution, porque era preciso dár a volta a cinco derrotas consucutivas, era preciso fazer pontos, para que a moral destes jogadores pude-se voltar ao de cima, trez pontos estes que eram tao necessários para que esta equipa voltar as vitòrias.

No Revolution Lee Nguyen foi o melhor, parece que esta a acordar da pasmaceira em que começou esta temporada, pareçe que esteve de férias este tempo todo, pareçe que sò agora e que se lembrou que tinha algo a provar, para mostrar que a epoca passada não foi por acaso.

Ainda bem que Lee Nguyen esta a voltar aos poucos, porque foi ele o obreiro da epoca que o Revolution fez no ano passado, foi ele o melhor marcador, foi ele o melhor homen durante toda a temporada.

Por parte do City FC, não vejo que esta equipa possa ir longe,que possa chegar aos play offs, e não posso deixar de perguntar, qual a razão que Frank Lampard não jogou? Será porque o relvado e sintético? Se for mais uma vez depois de Henry nos Rd Bulls agora é no CITY FC, uma falta de respeito pelo os seus colegas de equipa, uma falta de respeito pelo public que paga o seu bilhete para ver os melhores, enfim não me vou alongar mais, porque casos destes dariam pano para mangas, mas mangas muito mesmo muito longas.

 

ESTADOS UNIDOS—1—- HAITI–0

RESULTADO MELHOR DO QUE A EXIBIÇÃO

Perante 47750 mil espetadores disputou-se mais uma jornada do GOLD CUP, dois jogos em Foxboro, no primeiro jogo deu em empate a uma bola entre as seleções das Hounduras de do Panama.

No segundo jogo da noite a “nossa” seleção, os Estados Unidos vençeu a sua congenere do Haiti por um escaso 1-0, resultado que deixou muita gente a pensar se esta seleção terá cabedal para conquistar a sexta taça de oiro.

Não foi uma exibição de encher o olho, longe disto, o seu treinador Jurgen Klinsmann continua em fazer experiençias em jogos que tem obrigatóriemento de ganhar, e de jogar bem, tal como aconteçeu frente a campeão do mundo a Alemanha, e depois frente a seleção da Holanda que venceu e convençeu.

Mas já no jogo inaugural frente as Honduras a seleção dos Estados Unidos esteve longe de ter uma boa atuação, vençeu por duas bola a uma , é çerto mas deixou uma palida imagem neste dois primeiros jogos deste torneio.

Por sua parte a seleção do Haiti que nada tinha a perder entrou neste jogo com muita vontade de fazer uma supresa á quela que é cosiderada uma da favoritas para vençer este torneio.

E durante toda a primeira metade do jogo foi sem duvida a equipa que mais fez por chegar ao golo, e teve em Wilde Donald Guerrier uma seta apontada a baliza de Brad Guzan.

Foi este jogador da seleção do Haiti que criou imensas dificuldades a defensiva dos Estados Unidos tambem porque o lateral direito nunca encontrou soluções para o travar.

Na segunda parte do jogo a “nossa”seleção esteve muito melhor, e marcou muito çedo o golo que lhe deu a vitória e o primeiro lugar no grupo, e a respetiva classificação para os quartos de final desta prova.

E foi logo no inicio da segunda parte que Clint Dempsey deu a vitória á equipa da casa a passe de Gyasi Zardes, foi uma boa jogada de entendimento, que Clint Dempsey finalizou com um remate de fora da area que deixou o guarda redes do Haiti, Johny Placide pregado ao chão.

Estes rapazes do Hati nao mereçiam sair derrotados deste jogo, pelo menos o emapate mereciam, mas o futebol e mesmo assim, e os Estados Unidos arecadaram os trez pontos em disputa e a passagem aos quartos de final da prova.

Na proxima jornada vai-se saber quem acompanha os Estados Unidos, qualquer uma das trez equipas pode passar, Hounduras,Panama e Hati,mas a que tem a partida a missão mais dificil é sem duvida o Panama que no derradeiro jogo joga frente a seleção do Estados Unidos.

Mas tambem pode ter a vantagem de os Estados Unidos ja teram a passagem garantida, e çertamento que Jurgen Klinsmann vai dar tempo de jogo a jogadores menos utilizados, mas seja qual for o onze que o treinador apresentar em campo frente ao Panama, nao vai ser nada façil a esta equipa.

Quanto ao melhor em campo por parte dos Estados Unidos o numero 10 Mix Diskerud foi sem duvida o melhor, pelo lado do Haiti o numero 7 Wilde Donald Guerrier foi o melhor de todos, foi sem duvida o melhor em campo.

NE RVOLUTION—1—VANCOUVER WHITECAPS FC—2

EMPATE SERIA O RESUTADO MAIS JUSTO,,,,

Na verdade o Revolution não mereçia sair deste jogo sem pontos, mas um jogo de futebol o resultado por vezes se torna ingrato.

Mas vamos ver ou ler porque e que escrevo desta maneira, e que nesta partida começou melhor a equipa da casa, que criou nos primeiros 10 minutos duas exçelentes oportunidades de golo.

E por duas vezes os mesmos protagonistas, Teal Bunbury e o guarda redes do White Caps FC, David Ousted, levou sempre a melhor o guarda redes dos visitants com duas exçelentes defesas.

E o ditado antigo diz , quam não marca acaba sempre por sofrer, e foi o que aconteçeu, no primeiro remate a baliza do Revolution a euipa visitante marcou, Christian Techera ganhou uma bola perto da area e rematou forte e colocado fora do alcançe do guarda redes do Revolution.

Estava feito o primeiro golo do jogo, mas não foi preciso esperar muito para o segundo dos visitantes, Kekuta Manneh ao entrar dentro da area foi derrubado por Andrew Farrel, e o arbitro paremtório manda marcar grande penalidade e explusa o central do Revolution.

Na conversão da respetiva falta Octavio Rivero fez o segundo da sua equipa, e a partir deste golo so deu mesmo foi Vancouver White Caps, controlaram o jogo todo até ao fim dos primeiros 45 minutos.

Na segunda metade nada fazia prever que o Revolution reduzido a 10 unidades podia alterar o marcador, e mais é que a equipa visitante tinha controlado toda a primeira parte.

Mas os comandados de Jay Heaps vestiram o fato macaco e arregacaram as mangas e foram atraz do prejuizo, e deram uma lição como se pode jogar com 10 e dominar cause toda a segunda parte deste jogo.

Pena foi que so conseguiram um golo, e já veio muito tarde eram decorridos 84 minutos Teal Bunbury com um remate cheio de “raiva”reduzi para 1-2.

Ja veio tarde de mais, porque pouco depois o juiz da partida dava por teminado o jogo, e lá se ia a bonita soma de 17 jogos sem nunca ter sido derrotado em casa, mas o Revolution vendeu cara esta derrota, porque mesmo com 10 jogadores encostou a equipa forateira a sua baliza e só não consegui o empate porque o guarda redes David Ousted fez uma grande exibição.

Esta derrota foi um castigo para os jogadores do Revolution porque deram 45 minuto de avanço ao seu adversário, porque nos primeiros 45 minutos nunca acordaram para o jogo, porque nos primeiros 45 minutos deram toda a Liberdade aos jogadores adversários, e quando assim é torna-se difiçil de ganhar jogos.

E já lá vão 4 derrotas consocutivas, será que o seu treinador aprendeu alguma coisa com estas 4 derrotas? Oxalá que sim, porque equipa que ganha não se mexe, e depois da vitória frente ao Chicago Fire em casa por 2-0, nao vi razão nenhuma para que Jay Heaps fizesse alterações para o jogo com o DC United, vendo e aprendendo, oxalá que seja o caso.

GRANDE GOLO DE DIEGO FAGUNDEZ

NE REVOLUTION—2—CHICAGO FIRE—0

GRANDE GOLO DE DIEGO FAFUNDEZ

O Revolution voltou as vitórias após seis jogos sem ganhar, quatro empates duas derrotas, e foi uma resultado justo, mas a verdade e que o Revolution defrontou uma das mais fracas equipas do MLS.

Chicago Fire ja teve melhores dias, esta equipa e sem duvida a mais fraca que me lembro nos 13 anos que acompanho o futebol do MLS,o Chicago Fire esta longe de ser aquela equipa de a alguns anos atraz.

Mas o Revolution tambem teve mérito nesta Vitória, jogou bem e não deu qualquer epotese ao Chicago Fire, e teve no golo de Diego Fagundez o momento mais alto deste jogo, um golo de fazer levanter um estádio.

E começou çedo a equipa do Revolution a criar situações de perigo perto da baliza de Jon Bush, e foi aos 6 minutos quando Teal Bunbury levou a bola até a linha de fundo e cruzou para tráz e Charlie Davies a rematar mas por çima da barra.

Mas na resposta o Fire cause marcava, qaundo Kennedy mete a bola na esquerda para Greg Cochrane este cruza para a area e Harry Ship de cabeça fez o mais difiçil, rematou por çima da barra.

Pouco depois foi a vez de Diego rematar mas á figura de Jon Bush, mas logo de seguida numa jogada confusa dentro da area do Revolution o Fire podia ter chegado ao golo depois de vários remates e outra tantas defeas de Bobby Shuttleworth, e foi Jose Gonsalves a despachar de qualquer maneira a bola para longe da sua baliza.

E aos 33 minutos de jogo foi a vez de Chris Tierney num livre direto a criar perigo para a baliza de Jon Bush mas a bola passou um pouco por cima.

No recomeço da segunda parte o Revolution ia chegar ao primeiro golo do jogo, e que golo, pontapé de canto apontado do lado direito como atacava o Revolution, com a defesa do Chicago Fire a despachar a bola para a entrada da area e Diego Fagundez sem deixar a bola bater no revaldo e a encher o pé e a bola so parou no fundo da baliza de Jon Bush.

Foi sem duvida o melhor momento desta partida de futebol, mas pouco depois o Revolution ia marcar o segundo golo do jogo,cruzamento da direita de Teal Bunbury para Charlie Davies desviar de cabeça para o fundo da baliza do Chicago Fire.

Estava feito o Resultado final, e Vitoria çerta da melhor equipa em campo, o Revolution teve em Diego Fagundez o seu melhor jogador, está de volta a jogar com alegria, com a vontade de voltar a ser titular desta equipa, o jovem Diego tem futebol para o ser agora não pode e só jogar quando quer, tem de ser consistente, e jogar sempre com a mesma intensidade.

No Chicago Fire esteve completamento irreconhecivel, não me lembro de ver uma equipa do Chicago Fire tão fraca quanto esta, pouca qualidade no seu plantel,e durante este jogo não obrigou o guarda redes do Revolution a uma defesa.

NE REVOLUTION—2—LA GALAXY-2

DEBAIXO DE TEMPORAL,, FOI UM RESULTADO JUSTO,,,,

Na verdade não me lembro ao fim de tantos anos de ver um jogo jogado debaixo de tanta chuva, nem por um minuto esta chuva parou, e estes jogares de um lado e do outro mereçem uma palavra de louvor pelo empenho que puseram neste jogo.

Quatro golos, e todos eles nos primeiros 45 minutos, num relvado em que a bola rolava muito rápido, mas muito rápido, não se esperava que o futebol praticado fosse de grande qualidade, mas foi sim senhor, espeçialmento nos primeiros 45 minutos.

Começou melhor o Revolution que logo ao 5 minutos inaugorou o marcador por intermédio de Teal Bunbury a passe de Agudelo, que já tem passagem marcada para a seleção dos Estados Unidos.

Mas aos 18 minutos o LA em pouco mais de 10 minutos dei a cambalhota no marcador.

Primeiro foi Baggio Husidic a passe de Ignacio Maganto fez o empate aos 18 minutos, para que a cambalhota no marcador fica-se completa aos 27 minutos Ignacio Maganto a passe de Jose Vilarreal fez o segundo golo golo do Galaxy.

Mas o Revolution não estava pelos ajustes e Diego Fagundez num livre direto á entrada da area meteu a bola pelo buraco da agulha e fez o golo do empate,

Resultado com que chegariamos ao fim do jogo, resultado çerto, pois a divisão dos pontos premeia as duas equipas, pois num uma nem outra mereciam perder este jogo.

Foi como uma repeticão da final do MLS, em que o Revolution queria vencer como se este jogo fosse o jogo do tira reimas,mas na verdade este jogo so poderia dar trez pontos a qualquer uma delas, mas acabou com a divisão dos pontos, enquanto o jogo da final deu mais um titulo ao LA Galaxy.

Pena foi que o tempo nao ajuda-se, porque estariam reunidas todas as condições para ser um grande jogo de futebol,porque quando estas duas equipas se encontram é sempre um jogo de tripla.

Mesmo sem Landon Donavan, do lado do LA Galaxy, e sem Lee Nguyen pelo lado do Revolution foi sem duvida uma primeira parte bem disputada, não é sempre que se marcam quarto golos em 45 minutos, e quando assim aconteçe, e a mais a ser dois para cada lado e sempre de louvar.

O Revolution já leva 16 jogos em casa que não sabe o que é perder, quanto ao LA galaxy ainda não ganhou fora de portas esta temporada.

Quanto ao melhor em campo, Diego Fagundez que atuou na posicão de Lee Nguyen fez um exçelento jogo, e marcou um grande golo, por tudo isto quanto a nós foi o melhor em campo.

NE REVOLUTION–1–DCUNITED–1

NE REVOLUTION—1—DC UNITED—1

Faltou um sorte ao Revolution

Na verdade ninguem ganha sem um pouco de sorte, e nesta partida o Revolution não a teve, além da falta de sorte o juiz da partida não ajudou, e quando digo que não ajudou não é que queria que o arbitro ajuda-se a equipa da casa.

Nada disso, e que o cartão vermelho direto a Chris Tierney foi demasiado pesado, está bem que foi uma entrada com o pé muito alto, mas um amarelo quanto a nós seria o sufiçiento, assim não o entendeu o melhor árbitro da atualidade do futebol dos Estados Unidos.

O árbitro Mark Geiger, não esteve bem neste jogo, pareçia nervoso, um pouco longe das jogadas,não teve um dia bom, e o cartãão amarelo a Lee Nguyen ao findar os primeiros 45 minutos do jogo dei para ver que este juiz não estava nos seus dias.

Mas vamos ao jogo em si , sem ser um bom jogo, foi o Revolution sem sem duvida a melhor equipa em campo, nos primeiros 45 minutos criou uma boa mão cheia de oportunidades para ganhar este jogo.

E era esperado com alguma expetativa este jogo, o primeiro desta temporada em que iam se defrontar os dois primeiros desta zona, o Revolution esteve bem, ao contrário do Dc United que foi um sombra de si proprio.

Nao conseguia fazer 5 passe seguidos, a falta de dois ou trez titulares não explica uma tao fraca exibicao, está bem que trocavam bem a bola no seu meu campo, mas era o Revolution que lhes dava esta parte do campo para que o DC United troca-se a bola.

Mas durante todo o jogo fizeram um remate á baliza, e foi o que dei o golo do empate, e práticamento não criaram mais nenhuma oportunidade de golo.

Ao contrário o Revolution criou muitas, mas umas vezes por mérito do guarda redes Bill Hamid outras por pouca eficáçia dos dianteiros do Revolution a equipa da casa so consegui encontrar o caminho da baliza só por uma ocasião.

E foi na marcação de um pontapé de canto que o Revolution chegou ao golo, canto apontado por Lee Nguyen que encontrou a cabeça de London Woodberry que obrigou a uma defesa apertada a Bill Hamid para a frente e na recarga Charlie Davies rematou para o fundo da baliza.

Estava feito o primeiro golo do jogo, apareçeu um pouco tarde porque já estavamos mesmo em çima do apito do árbitro para o fim dos primeiros 45 minutos, o que veio a aconteçer pouco depois.

Mas foi no segundo tempo que o árbitro do jogo quiz ser o protagonista desta partida, explusando dois jogadores do Revolution em pouco mais de 10 minutos, ficando o Revolution reduzido a nove jogadores para os restantes 30 minutos de jogo.

Mas a equipa do DC United pouco ou nada fez para conseguir a vitória neste jogo, uma equipa confusa, com um futebol pouco esclareçedore mas tambem tem que ser dar muito credito a aos jogadores do Revolution priçipalmento Andrew Farrel, que foi simplemento uma barreira intransponivel na defesa do Revolution.

Finalmento ao minute 80 o DC United chegou ao golo, jogada pela equerda como atacava, e com o reçem entrado Taylor Kemp a cruzar para a area e Jairo Arrieta a ir ao encontro da bola e a rematar para o fundo da baliza sem possibilidade de defesa para Bobby Shuttleworth.

Estava feito o resultado do jogo, e a partir deste golo o Revolution defendeu com grande espirito de equipa, mas Andrew Farrel sem duvida que esteve muito bem, por isso mereçe a nota de melhor em campo, embora não seja um jogador dotado de grande qualidade técnica, fez sem duvida um grande jogo.

Por parte do DC United esperava mais, muito mais, porque já tinha ouvido alguns comentários de outros colegas que esta equipa do DC United era para ter em conta esta temporada, neste jogo foi simplemanto uma desilusão, não tem neste plantel um jogador que se diga que possa ser o patrão da equipa.

Quanto ao árbitro do jogo estve mal, e depois dos gestos do treinador Jay Heaps ficamos supreendidos que na coferençia de inprensa do treinador do Revolution nem uma palavra sobre a fraca atuação do arbitro do jogo, bem talvez as multas sejam um pouco pesadas por parte do MLS, na nossa opinião esteve simplememto mal o melhor juiz de campo da atualidade do futebol dos Estados Unidos.

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